quarta-feira, março 23, 2011
GRANDE SPORTINGUISTA....
Bruno de Carvalho manteve um conflito com o clube leonino pela utilização da marca ‘Centenário Sporting’.
Em 2006, quando os leões comemoravam o ano do centenário do clube (foi fundado em 1906), foram confrontados por Bruno de Carvalho que tinha a marca ‘Centenário Sporting’ registada em seu nome. O actual candidato à presidência tinha então fundado o site www.centenariosporting.com.
O clube – que operou uma enorme campanha publicitária e criou novos símbolos – pretendia utilizar as palavras ‘centenário’ e ‘Sporting’, mas Bruno de Carvalho mostrou resistência e tentou tirar proveitos da marca que tinha registada. Uma coisa é certa: a palavra ‘centenário’ acabou substituída pelo número 100.
Aliás, só mesmo a intervenção do departamento jurídico do clube permitiu resolver a situação sem recurso a um longo litígio nos tribunais.
Ernesto Ferreira da Silva, presidente da Comissão do Centenário do clube, lembrou ao Correio da Manhã a "existência de um conflito de marcas", mas que foi um assunto que lhe passou ao lado, por ter sido entregue ao departamento jurídico.
Apesar da insistência do Correio da Manhã, não foi possível obter uma reacção junto do candidato Bruno de Carvalho.
terça-feira, março 22, 2011
Morreu Artur Agostinho
Aos 90 anos de idade, deixa-nos este grande sportinguista, um verdadeiro exemplo em todos os aspectos da sua vida!
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Velhas Glórias
sexta-feira, março 11, 2011
Godinho Lopes: «Carvalho é um Vale e Azevedo de terceira categoria»
Esta cambada que afundou o Sporting até mais não já começou a perceber que vai perder as eleições.
VAMOS CORRER COM ELES! Estes ladrões gastaram milhares de euros em jogadores que só lhes deram comissões e nada jogaram e ainda têm a lata de vir insultar os outros!
O candidato à presidência do Sporting, Godinho Lopes, criticou esta sexta-feira o seu opositor Bruno de Carvalho, qualificando-o como "um Vale e Azevedo de terceira categoria", em entrevista à Lusa.
"É triste que pessoas sem passado venham deitar poeira para os olhos dos sócios, como se eles não percebessem", disse, acrescentando:
"É um candidato que não tem categoria para ser a terceira categoria do Vale e Azevedo".
Godinho Lopes considerou ainda essencial "investir claramente numa equipa de futebol vencedora", pois "se não houver projeto desportivo sólido é muito difícil fazer renascer a afetividade do adepto".
VAMOS CORRER COM ELES! Estes ladrões gastaram milhares de euros em jogadores que só lhes deram comissões e nada jogaram e ainda têm a lata de vir insultar os outros!
O candidato à presidência do Sporting, Godinho Lopes, criticou esta sexta-feira o seu opositor Bruno de Carvalho, qualificando-o como "um Vale e Azevedo de terceira categoria", em entrevista à Lusa.
"É triste que pessoas sem passado venham deitar poeira para os olhos dos sócios, como se eles não percebessem", disse, acrescentando:
"É um candidato que não tem categoria para ser a terceira categoria do Vale e Azevedo".
Godinho Lopes considerou ainda essencial "investir claramente numa equipa de futebol vencedora", pois "se não houver projeto desportivo sólido é muito difícil fazer renascer a afetividade do adepto".
sexta-feira, março 04, 2011
GODINHO LOPES - Poeira para os olhos dos sportinguistas!
Na sequência daquilo que já tinha sido afirmado por José Maria Ricciardi - “Nunca se gastou tanto como agora. Gastou-se foi mal. (...) Bettencourt investiu, nas duas últimas épocas, 40 milhões de euros por ano” -, Godinho Lopes tentou desmistificar a ideia de que o Sporting só está em crise porque gasta claramente menos do que os seus principais rivais. Garantiu ter as soluções necessárias para resolver as necessidades de curto prazo (cem milhões de euros, 13 dos quais já para esta época) e que, em boa parte, resultam da antecipação de 30 milhões de receitas. Mas bem mais importante acabou por ser a intenção de recuperar os 40 mil sócios com quotas em atraso e a garantia de que os gastos irão ser racionalizados, não fazendo sentido continuar a gastar 3,9 milhões de euros com jogadores cedidos a outros clubes.
E quem contratou a maioria desses jogadores? Um tal de Carlos Freitas, anunciado publicamente por Godinho Lopes como futuro qualquer coisa do futebol do clube.
Mais uma vez estes trafulhas tentam enganar os sócios e no fim se forem eleitos vão manter tudo na mesma!
RUA COM ELES!
E quem contratou a maioria desses jogadores? Um tal de Carlos Freitas, anunciado publicamente por Godinho Lopes como futuro qualquer coisa do futebol do clube.
Mais uma vez estes trafulhas tentam enganar os sócios e no fim se forem eleitos vão manter tudo na mesma!
RUA COM ELES!
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
VOTO JÁ NESTE PARA PRESIDENTE DO SPORTING!
Presidente com metralhadora urinava no carro dos jogadores
Roque Santa Cruz contou episódios que poucos sequer imaginariam. Conheça os modos invulgares de um antigo presidente do Olímpia do Paraguai.
Se pensa que conhece tudo sobre os bastidores do mundo do futebol, leia este artigo com particular atenção. E pasme-se.
Com a devida vénia ao Relvado
A história foi contada por Roque Santa Cruz, jogador emprestado pelo Manchester City ao Blackburn Rovers, numa entrevista concedida esta semana ao jornal alemão 'Sport Bild'. Uma história com vários episódios, no mínimo, invulgares...
O avançado paraguaio contou que, quando jogou no final da década de 90 pelo Olímpia de Assunção, clube da sua cidade natal, encontrou um presidente que tinha modos pouco apropriados. Pela localização temporal, e apesar do internacional pelo Paraguai não referir nomes, o presidente em causa era Osvaldo Domínguez Dibb.
Perderam um jogo, ouviram tiros a seguir
Para começar, questões salariais: havia jogadores que todos os meses tinham de fazer um jogo a bom nível, porque senão o fizessem não recebiam o respectivo salário.
Quando um jogo importante terminou com derrota, houve lugar a disparos para o ar: "Lembro-me que uma vez perdemos um derby regional importante e o presidente entrou na sala onde todos costumávamos dormir na véspera dos jogos e descarregou a pistola no tecto".
E se a coisa continuava a correr mal, havia uma Kalaschnikow à espera dos jogadores: "O presidente sempre quis que fôsssemos ao gabinete dele para recebermos o salário. Se algum de nós tivesse jogado mal durante aquele mês, ele perguntava: 'O que é que estás aqui a fazer?', ao mesmo tempo que batia com a mão na metralhadora que tinha em cima da secretária".
Dirigente urinava e jogadores ficavam a observar
Mas se o panorama continuava a não ser do seu agrado, as necessidades fisiológicas eram também uma forma do presidente demonstrar o seu descontentamento: "Quando um jogador jogava mal o presidente acompanhava-o até ao carro, abria a porta e urinava lá dentro, com o jogador, em pé, ao lado dele, a ver".
Roque Santa Cruz contou episódios que poucos sequer imaginariam. Conheça os modos invulgares de um antigo presidente do Olímpia do Paraguai.
Se pensa que conhece tudo sobre os bastidores do mundo do futebol, leia este artigo com particular atenção. E pasme-se.
Com a devida vénia ao Relvado
A história foi contada por Roque Santa Cruz, jogador emprestado pelo Manchester City ao Blackburn Rovers, numa entrevista concedida esta semana ao jornal alemão 'Sport Bild'. Uma história com vários episódios, no mínimo, invulgares...
O avançado paraguaio contou que, quando jogou no final da década de 90 pelo Olímpia de Assunção, clube da sua cidade natal, encontrou um presidente que tinha modos pouco apropriados. Pela localização temporal, e apesar do internacional pelo Paraguai não referir nomes, o presidente em causa era Osvaldo Domínguez Dibb.
Perderam um jogo, ouviram tiros a seguir
Para começar, questões salariais: havia jogadores que todos os meses tinham de fazer um jogo a bom nível, porque senão o fizessem não recebiam o respectivo salário.
Quando um jogo importante terminou com derrota, houve lugar a disparos para o ar: "Lembro-me que uma vez perdemos um derby regional importante e o presidente entrou na sala onde todos costumávamos dormir na véspera dos jogos e descarregou a pistola no tecto".
E se a coisa continuava a correr mal, havia uma Kalaschnikow à espera dos jogadores: "O presidente sempre quis que fôsssemos ao gabinete dele para recebermos o salário. Se algum de nós tivesse jogado mal durante aquele mês, ele perguntava: 'O que é que estás aqui a fazer?', ao mesmo tempo que batia com a mão na metralhadora que tinha em cima da secretária".
Dirigente urinava e jogadores ficavam a observar
Mas se o panorama continuava a não ser do seu agrado, as necessidades fisiológicas eram também uma forma do presidente demonstrar o seu descontentamento: "Quando um jogador jogava mal o presidente acompanhava-o até ao carro, abria a porta e urinava lá dentro, com o jogador, em pé, ao lado dele, a ver".
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