sexta-feira, fevereiro 25, 2011

VOTO JÁ NESTE PARA PRESIDENTE DO SPORTING!

Presidente com metralhadora urinava no carro dos jogadores

Roque Santa Cruz contou episódios que poucos sequer imaginariam. Conheça os modos invulgares de um antigo presidente do Olímpia do Paraguai.

Se pensa que conhece tudo sobre os bastidores do mundo do futebol, leia este artigo com particular atenção. E pasme-se.

Com a devida vénia ao Relvado

A história foi contada por Roque Santa Cruz, jogador emprestado pelo Manchester City ao Blackburn Rovers, numa entrevista concedida esta semana ao jornal alemão 'Sport Bild'. Uma história com vários episódios, no mínimo, invulgares...

O avançado paraguaio contou que, quando jogou no final da década de 90 pelo Olímpia de Assunção, clube da sua cidade natal, encontrou um presidente que tinha modos pouco apropriados. Pela localização temporal, e apesar do internacional pelo Paraguai não referir nomes, o presidente em causa era Osvaldo Domínguez Dibb.

Perderam um jogo, ouviram tiros a seguir

Para começar, questões salariais: havia jogadores que todos os meses tinham de fazer um jogo a bom nível, porque senão o fizessem não recebiam o respectivo salário.

Quando um jogo importante terminou com derrota, houve lugar a disparos para o ar: "Lembro-me que uma vez perdemos um derby regional importante e o presidente entrou na sala onde todos costumávamos dormir na véspera dos jogos e descarregou a pistola no tecto".

E se a coisa continuava a correr mal, havia uma Kalaschnikow à espera dos jogadores: "O presidente sempre quis que fôsssemos ao gabinete dele para recebermos o salário. Se algum de nós tivesse jogado mal durante aquele mês, ele perguntava: 'O que é que estás aqui a fazer?', ao mesmo tempo que batia com a mão na metralhadora que tinha em cima da secretária".

Dirigente urinava e jogadores ficavam a observar

Mas se o panorama continuava a não ser do seu agrado, as necessidades fisiológicas eram também uma forma do presidente demonstrar o seu descontentamento: "Quando um jogador jogava mal o presidente acompanhava-o até ao carro, abria a porta e urinava lá dentro, com o jogador, em pé, ao lado dele, a ver".

domingo, janeiro 16, 2011

JÁ VAI TARDE!

Era difícil conseguir pior do que Bettencourt fez... Um mandato desatrado, do princípio ao fim!

Com a devida vénia ao Expresso

O presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt , apresentou hoje a sua demissão, sem apresentar justificações e afirmando que era o "melhor" para o clube.

Bettencourt falou aos jornalistas na sala de imprensa de Alvalade, após a derrota do Sporting perante o Paços de Ferreira. "Por diversas circunstâncias, entendo que o melhor para a vida do Sporting Clube Portugal é que eu deixe de ser presidente deste grande clube."

A declaração do presidente "leonino" foi extremamente curta. "Acabei de comunicar esta decisão a Dias Ferreira, presidente da mesa da Assembleia-Geral desta grande instituição. E pronto, quero apenas dizer viva o Sporting. Nos próximos dias serão postos a par dos futuros desenvolvimentos."

A demissão de Bettencourt segue-se à derrota do Sporting em casa com o Paços de Ferreira (3-2), na 16.ª jornada da Liga portuguesa de futebol. O agora presidente demissionário dos "leões" surgiu no anfiteatro do estádio Alvalade XXI, acompanhado por Dias Ferreira, após as conferências dos técnicos do Sporting e do Paços de Ferreira, Paulo Sérgio e Rui Vitória, respetivamente.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

De lágrimas nos olhos a relembrar Joaquim Agostinho


Com a devida vénia à Bola

Por Rui Baioneta

Christian Palka, antigo ciclista, foi companheiro do português na Bic. Hoje é jornalista e esteve em Alvalade a acompanhar o Lille. Um "reencontro" inesperado que lhe encheu o coração.

Definitivamente, a forma como aqueles olhos, humedecidos, fixavam a fotografia de Joaquim Agostinho, em exposição no hall VIP do Estádio José Alvalade, não era igual aos demais. Por norma, quem passeia no local e observa as várias fotografias ali estrategicamente colocadas, que homenageiam figuras históricas do emblema de Alvalade, olha, aprecia, comenta, enfim, admira. Mas com aquele homem não era bem assim. Era diferente. Ele apreciava a cada instante a fotografia de Joaquim Agostinho e só de Joaquim Agostinho.

Era jornalista. Disso não havia dúvidas. A credencial ao pescoço denunciava-o. Vestia roupa confortável: calças de ganga, sapatos desportivos, um blusão quente, mala colocada no ombro na qual estavam guardados, mas mal arrumados, várias aparelhos de som, indispensáveis para fazer o seu trabalho, e um microfone com o logótipo da rádio France Bleu Nord.

Tudo acontece durante a zona mista, após o jogo entre o Sporting e os franceses do Lille, disputado na quarta-feira à noite para a Liga Europa. O raio de acção daquele homem na casa dos 60 anos, uma barriga respeitável e já algumas rugas no rosto, aos quais os demais jornalistas franceses se dirigiam com notável respeito, ficou mais limitado após os seguranças colocarem os placards de publicidade e algumas fitas a delimitar o espaço no qual os intervenientes do jogo iriam responder às perguntas dos jornalistas. André Santos termina o seu depoimento e A BOLA volta a observar as movimentações daquele intrigante homem, que continua com os olhos estranhamente brilhantes. E ele volta a esticar o pescoço a tentar fazer uma nova observação de Joaquim Agostinho, cuja fotografia está precisamente atrás dos painéis publicitários.

Mas quando chegaria, enfim, a oportunidade de meter/puxar conversa? Não era tarde, nem cedo. Era já!

- Então, tudo bem? Já percebi que o amigo é fã do nosso Joaquim Agostinho. Diga lá quantas vezes já observou aquela fotografia?

O homem reage com espanto. Depois sorri. Sentiu-se seguramente observado. Mas lá responde.

- Sou um grande admirador de Joaquim Agostinho. Que grande ciclista! Um dos melhores de sempre. Repito: um dos melhores de sempre!

A resposta saiu disparada e... emocionada. Percebe-se que o homem está seguro e sabe do que fala, ainda que, nesta fase, não demonstre muita disponibilidade para avançar muito mais. Continua atento às movimentações, até porque naquele período alguns jogadores do Lille abandonam o balneário e, no caminho para o autocarro, prestam declarações aos jornalistas.

A conversa tinha ficado no início e, pouco depois, é ele próprio quem a retoma.

- Tu ainda és novo, mas de certeza que te lembras de Joaquim Agostinho.

De mim é que não. Sou o Christian Palka, também fui ciclista profissional. Ai o Tino, o Tino... [a partir daqui é sempre assim, por Tino, que se refere a Joaquim Agostinho].

É então que explica o porquê de tanta admiração. Afinal, havia, de facto, um motivo muito forte para isso. Ele avança pormenores, ainda que, durante a conversa, tenha alguma dificuldade em lembrar-se de algumas datas.

- O Tino foi meu companheiro de equipa na Bic, em 1973. Estive lá de 1971 a 1974. Mais: fomos companheiros de quarto na Vuelta nesse ano. Ganhou o Eddy Merckx e o Ocaña, também da Bic, foi segundo. O Tino ficou em sexto, creio. Eu fiquei cá mais para trás [n.d.r. foi 58.º da geral].

sábado, outubro 09, 2010

MAIS UM REGRESSO À SELECÇÃO!

Paulo Bento forever!

quinta-feira, setembro 23, 2010

VITOR PEREIRA

Uma lástima o comportamento deste senhor!

Tenha o Benfica sido prejudicado em uma jogada, duas, três ou quatro que fosse, nunca assisti a, ele que se diz sportinguista, fazer o mesmo das muitas vezes que o nosso clube foi roubado pelo mesmo árbitro (e foram muitas!).